Quando pensei em vir a Jocum imaginei que muita coisa mudaria em meu modo de ver as coisas, que eu seria curado das minhas dores e que Deus daria direção para o meu ministério. Tudo isso tem acontecido, só que numa proporção e sob uma ótica que eu não imaginava. Chegando aqui eu descobri que eu não sou o centro, que o meu próximo deve ser o principal alvo de minha preocupação. Mais do que isso: descobri que meu modo de ver missões, evangelização, o “ganhar almas”, estava muito, mas muito a quem da realidade do mundo que vivemos.
Hoje vejo o quanto nós como igreja estamos alienados com relação ao mundo ao nosso redor. Não entendemos o grito de nossa geração porque simplesmente não paramos para ouvi-la. É mais cômodo nos encondermos em nossas igrejas, “fugindo do pecado” e não nos relacionando com “os pecadores”. Quanto preconceito, cegueira e religiosidade. Onde estão os profetas do nosso tempo? Onde estão aqueles que ouvem e entendem o grito da nossa geração?
Durante uma das aulas, um professor falou de algo que ficou martelando em meu coração. Quem vai alcançar essa moçada que passa o dia inteiro trancada em uma quarto, em seus jogos de computador, suas amizades virtuais e quase nenhum contato com o mundo fora das suas quatro paredes? Alguns deles só se encontram com os seus amigos virtuais pessoalmente quando decidem tirar sua própria vida, por entender que ela não vale mais a pena. De que maneira nossas “estratégias de evangelismo” alcançarão essas pessoas? Teatro de pantomima? Entrega de folhetos/panfletos? Impactos de rua? Pregações e gritos a plenos pulmões em praça pública? Concentração de adoração? Tá na hora de repensar o modo como revelamos o reino de Deus ao nosso próximo.
Uma dica: relacionamentos!




Olá, Elianderson!
Fique feliz em encontrar teu blog. Fiz minha Eted no ano passado em Fortaleza. Quando ainda estava lá fiquei sabendo desta Eted com foco em comunicação e fiquei maravilhada. Sou publicitária e meu maior desejo é poder trabalhar no reino de Deus usando minha profissão. Tenho feirto isso de alguma forma na minha igreja, mas sei que posso fazer muito mais. Pode ter certeza que gostaria muito de estar aí nesta Eted tb.
Quero te parabenizar e encorajar a continuar firme na sua Eted. Muitas são as lutas que surgem nesse período…a saudade de casa/amigos/família, as dificuldades financeiras, os conflitos internos e externos na base, enfim, são muuuitas provas, mas depois que vc termina e olha para trás ver que tudo valeu muuito a pena e que Deus fez uma reforma gigante na sua vida.
Siga firme, e frutifique através do dom que Deus te deu.
Deus te abençoe grandemente!
Damares
são coisas que fazem a gente pensar,pensar,pensar…né?!
tudo vale a pena se a alma não for pequena!
Ei cara, muito legal o blog a sua experiência na ETED. Segura a onda e segue firme.
Abraços,
Adriano